quarta-feira, 20 de março de 2013

Leandro Irado! Eu já cansei de pessoas que pensam ter algum direito sobre mim, sobre os meus erros, sobre as minhas atitudes e sobre o meu coração. CHEGA PORRA, OUVIRAM BEM? CHEGA... Eu já estou farto dessa ladainha de sempre, você não pode, você não deve, você não vai! Eu não vou a onde mesmo? E o que eu não posso? O que eu não devo? Não devo a você, não preciso da tua instrução, eu faço o que eu bem entender com a minha vida, ela é minha mesmo! Pessoas controlam pessoas, o mundo se baseia nisso, pessoas mandando em pessoas, e pessoas matando pessoas... LIXO! ISSO É UM LIXO PARA MIM... Sabe, é uma merda viver em um mundo onde não exista a liberdade de escolha, de ir e de vir, de fazer o que você bem entender, tocar o puteiro e etc... Pensem em anarquia total, viveríamos em um mundo onde não existissem líderes e leis, onde a natureza fosse realmente valorizada, e não existiriam as religiões que sempre causam a guerra e a discórdia entre a humanidade, pense e sinta os ares deste pensamento maravilhoso... Mas infelizmente é só um pensamento. ( Por enquanto ) E quando a natureza se rebelar contra o homem, então neste dia tudo se concretizará, o homem não vai mais ter o dinheiro a sua disposição, ele vai cair... Eu vou rir muito porque de alguma forma eu já sabia que tudo isso iria acontecer, o homem não brinca muito de Deus, e isso esta errado, muito errado... O sol a tudo queimará, a lua desapareceu do meu céu... O mar engoliu os continentes, matou os peixes e se tornou corrosivo e perigoso... A onde esta a esperança, a onde esta Deus agora? Não o culpe, Deus não tem fez nada, foi você... Você não é digno de viver neste mundo, nunca foi, nunca será! Agora colha o que você plantou, ódio, discórdia, morte, destruição... Meu sol se foi... Eu perdi a lua... Perdi as forças... Caminho sobre o chão da discórdia... Me alimento de morte... Que mundo é este? Que lugar é este? Eu estou morto? Não vejo o sol a dias E a lua desapareceu Só vejo pilhas de cadáveres Há muito sangue neste chão E o sangue fertiliza os espinhos Mata a pouca esperança que me resta Eu vou morrer, já tenho consciência disso Então eu estou aqui para dar o meu último Adeus a todos vocês... Não vou escrever um poema Vou ser bem claro E com toda a seriedade Eu lhes digo ADEUS. ADEUS.

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