sábado, 6 de julho de 2013

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Sem eletricidade... Sem computares... Sem modernismo... Eu era feliz Muito feliz Meus pés eram sujos Meus joelhos ralados Mas o sorriso no meu rosto era diário Eu falo de sorriso sincero, não de sorriso forçado. Eu falo de uma criança feliz, não de uma máquina projetada para ganhar dinheiro. Eu falo de felicidade, não de chateação. É isso o que eu quero, um mundo natural, um mundo limpo. Criança feliz, adulto sorridente, idoso mais disposto, é isso o que eu quero. Um mundo sem controles remotos, sem bateria, sem computares. E que a felicidade venha de você, porque ela reside em você, ela sempre residiu. E que esse mundo sem vergonha acorde de bom humor hoje, amanhã e todos os dias de todos os anos que ainda virão.

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