sábado, 24 de novembro de 2012

Lute guerreiro! Eu não ligo, caia fora! Você não quer sair. Então eu sugiro que você arme os teus punhos. Veremos se um de nós sairá vivo desta brincadeira. Você baixou a guarda. O teu rosto já sentiu os efeitos do seu erro. Há muito sangue aqui. Haverá mais depois da meia noite. Nós somos os filhos que a violência gerou. Filhos e irmãos de sangue prontos para a morte. Mas nós não morreremos por um motivo tolo. Não morreremos por você. Nós vamos morrer lutando. Da mesma maneira que nós nascemos. Grite se for da sua vontade agir como um covarde. Chore desesperado por um pouco da minha piedade. Quem sabe eu não me comova. É impossível me conter com poucas e simples lágrimas. Você morrerá esta noite. Será torturado. Humilhado. Sua fé será colocada a prova. E depois de alguns anos talvez alguém te santifique pelo seu ato nobre de morrer pelas mãos de um guerreiro como eu. Meus pais me ensinaram que matar não era uma opção, e sim um dever. Matar por diversão? Não, por sobrevivência. Aquele que for tolo o suficiente para atravessar o teu caminho com pedras e sorrisos falsos, merecerá a morte e a tortura vinda dos teus punhos guerreiro.

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