sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Obrigado pelo final de semana maravilhoso bunda, peitos e olhos que caíram em meus malditos encantos. Eu nunca soube te amar. Eu nunca amei. Eu prefiro te presentear com a ilusão. Eu gosto de fazer você sofrer. Eu já passei por isso. Eu prefiro passar uma noite no inferno, do que ser refém deste maldito sentimento. Amor? Qual é a finalidade deste sentimento, o sofrimento? a tortura? o adultério? Me perdoem, mas eu nunca mais vou beber desta água envenenada, de você eu quero outra coisa. Você sabe o que eu quero. Eu não quero ter que dividir a mesma cama. A mesma casa. O mesmo carro. A mesma sanidade com você... Eu quero o teu corpo, eu vou usar ele para os meus luxuosos desejos. Talvez você até goste de me saciar. Eu sou o fruto do teu passado. A semente que você mesma plantou. Por favor, não diga que me ama. Nunca mais. Essas palavras me dão nojo, eu sinto uma imensa vontade de regurgitá-las em você... Mais uma vez, muito obrigado pelo final de semana perfeito, eu devo chamá-la de bunda, ou de peitos? Você tem um nome e ele é curto e simples, mas eu não sinto a necessidade de pronunciá-lo aqui. É tão surpreendente esta nossa situação, você não acha? O que isto significa para nós? Nunca existiu o nós. Para mim é apenas sexo, você vem e me dá o teu corpo, eu uso e você vai embora. Eu sei que para este coraçãozinho frágil que bate em teu peito estas noites significam muito mais do que sexo, você me ama pelo o que eu sou. Mas deveria me odiar pelo que eu faço com você. Meus encantos são malditos. Você já provou o amargo gosto dele. Nunca mais. O amor existe para os fracos e dignos de pena. Eu fui um fraco. Um tolo. Um pobre coitado que morreria por uma hora do teu maldito tempo. Mas eu nunca estive tão perto de você como eu estou agora. Os papéis foram invertidos apenas. Eu sou quem te usa. Você é a fraca. A tola. Os teus encantos não fazem mais efeito sobre mim. Eu cresci. A única desculpa que eu te devo agora é um simples e notório Adeus!

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