quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Hoje a noite pertence a chuva...
Somente a ela, somente a nós dois, somente as nossas lembranças.
Os dias em que a chuva e os raios eram uma certeza e não um medo, nós dois fizemos amor com ela. Você olhava as gotas caindo dos céus, e eu ficava te observando. Observava atentamente como elas caiam em cada parte do teu belo corpo despido. Éramos duas crianças brincando com a chuva, duas crianças que se amaram tanto... Duas crianças que fizeram amor na chuva... Duas crianças despidas sem um pingo de vergonha, nós éramos filhos da chuva... Chuva que durou pouco, chuva que foi bela e intensa, suas gotas faziam o chão tremer, seus raios iluminavam os céus escuros... A noite pertence a chuva, e eu já pertenci á você. A chuva já se foi com o vento, mas as suas gotas trouxeram as lembranças do nosso amor, do nosso maldito amor. Gotas sujas com as lembranças mais sórdidas das vezes em que nós dois fizemos sexo ao ar livre. Elas foram as testemunhas do nosso crime, do nosso amor, dos nossos orgasmos. Eu sinto falta da chuva, eu sinto falta do amor, eu sinto falta dos orgasmos, eu não sinto falta de você.
Pode ir com a chuva, pode ir com o vento... Ela já se foi, só nos resta a lembrança agora... Pode ir com a chuva, com o vento, o vento forte, aquele que destrói, aquele que esmaga o concreto, o concreto do amor... Aquele que foi destruído... Adeus meu amor, antes que você leia esta carta de despedida, eu quero que saibas de uma coisa, EU AMEI OS ORGASMOS QUE VOCÊ ME FEZ SENTIR, EU AMEI VER OS TEUS SEIOS TOCANDO O MEU PÊNIS, A TUA BUNDA FICA EXCEPCIONAL EM CIMA DE MIM, E O TEU SEXO ORAL É FORMIDÁVEL MINHA CARA! ADEUS
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