quinta-feira, 8 de agosto de 2013

You make me...

Como ousas entrar assim em meu caminho, ó, sátira da perfeição e da imperfeição, como ousas? Jamais havia visto um ser da tua linhagem, tão perfeita assim, tão gloriosa como um tornado de categoria dez, tu és um alguém com um par de olhos tão belos e magníficos, que chega a dar arrepios nos seres comuns que tem a sorte de cruzar o mesmo caminho que o teu, não deverias andar sozinha, como ousas pisar no mesmo chão que eu pisei, e sem ao menos dar a honra de segurar as tuas belas e sedosas mãos? Me deixes convidá-la para um café então, não fiques relutante, então tu resolvestes dar o prazer da tua bela presença neste pobre local, e ainda perto de mim, tão perto, agora tu terás que me acompanhar! Você é a sátira de tudo o que é, e de tudo o que não é perfeito, eu amei respirar perto de ti, eu amei cada segundo daquele encontro de dez segundos, daquela troca de olhares, mesmo não conseguindo o teu afeto na mesma hora, ainda não, mas eu vou te chamar para prosear, então, vamos lá, é só um café! Depois de uma prosa, daquelas boas mesmo, e de mais duas prosas aleatórias, de uma xícara de café amargo, ou duas com adoçante, o meu caminho e o teu agora são os mesmos caminhos! Estou feliz com isto, eles dizem que tu foi muito fácil, eu digo que não, foi o destino que nos uniu, eu acredito cegamente que cada coisa, cada pessoa, todos tem um papel a cumprir nesta vida, seja comigo, seja com você, seja com aquele, aquela ou com qualquer um, e quando estas pessoas cumprem o seu papel, de alguma forma elas se tornam importantes em nossas vidas, de uma forma tão forte que surpreende aqueles de coração duro como pedregulho!

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