sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Ilha morta.
Os meus olhos veem morte.
Sangue no chão.
Assassinos soltos e esfomeados.
Cadáveres dilacerados.
Sem dedos, sem braços.
Animais em extinção...
Frutas podres.
Fazendas incendiadas...
Fogo por toda a área.
Árvores mortas, das mais raras, até as mais simples...
Crianças despedaçadas no chão.
Pessoas as comendo.
Casas incendiadas pelo teu ódio.
Ódio que deu origem a todo este caos...
Famílias inteiras destruídas.
Centenas de milhares mortos.
EU VEJO...
Caos.
Medo.
Morte.
Pessoas comendo umas as outras, pessoas que deveriam estar mortas...
Este será o nosso futuro?
Ilha morta, ilha morna, ilha fria...
Tão fria quanto um cadáver...
Tão morna quanto o meu sangue...
Tão morta quanto você.
Tão morta quanto eu.
Ilha morta...
O que matou a beleza natural desta ilha? O que transformou os seus habitantes em canibais mortos de fome?
Eu respondo em línguas diferentes que fomos NÓS MESMOS QUE DESTRUÍMOS AQUELA ILHA E CONDENAMOS OS SEUS HABITANTES...
AGORA NÃO HÁ TEMPO PARA REDMIÇÃO, FUJA, FUJA DA MORTE, FUJA DOS CANIBAIS, FUJA DO TEU MEDO DE MORRER... ( MAS LEMBRE-SE DE QUE VOCÊ JÁ ESTÁ MORTO )
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