sábado, 23 de novembro de 2013
O sexo.
A troca de carícias infames de dois corpos que nasceram para amar e para serem amados.
Duas horas de um lindo dia perdidas na cama dos desesperados, orgasmos de lado, em cima, em baixo.
Com toda a certeza e a incerteza de dois tolos, e os seus gritos foram ouvidos por trás dessas paredes que pensam demais...
O sexo é o reflexo do amor, do desejo, da falta de vergonha, da vontade, da escassez...
O sexo é tudo, o sexo não é tudo, o sexo é clichê, o sexo é tema, o sexo é a arte da reprodução.
O sexo é lindo.
O sexo é horrível.
O sexo é tudo isso.
O sexo é mais um pouco.
E eu estou aqui, olhando você pedindo e implorando pelo meu corpo nu no teu corpo também nu que está á me chamar para o prazer, minhas mãos tocam os teus seios, a minha boca degusta o licor da tua vagina, meu pênis entra na tua boca quente e molhada... O sexo é a arte dos perdidos, dos rejeitados...
Então, são sete bilhões de rejeitados que praticam sexo todos dias.
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