VOCÊ DEIXOU UMA BREXA ENTREABERTA EM ME PEITO.
VOCÊ SE ESQUECEU DO HOMEM QUE TE ACOLHEU.
VOCÊ PARTIU SEM SE DESPEDIR.
AGORA, QUEM RI, SOU EU.
NÃO PRECISO MAIS DE VOCÊ.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
O que você me fez sentir...
Ninguém nunca foi capaz de fazer...
O aroma do teu perfume em minha bela e fina vestimenta, a mesma que fora rasgada pelas tuas unhas depois de dois ou três brindes ao lado de alguns dos nossos amigos!
Você não conseguia mais esconder o teu desejo...
A bebida fez você se entregar.
Entregou-se de corpo e alma, depois de dois ou três goles de luxúria e vergonha!
O meu corpo foi o reflexo do teu desejo, por muitos e muitos dias, por muitas e muitas noites...
O Sol não fez parte, ele matou o sentimento, ou parte dele.
O que você me fez sentir, nenhuma outra mulher foi capaz.
Nem nos meus sonhos, eu nunca encontrarei alguém igual...
Eu devo te agradecer por ter feito parte da minha história?
Ou eu devo te agradecer por não estar mais aqui?
É, eu acho que isso é um adeus.
Ou um até logo, é clichê dizer até logo quando não se tem intenções algumas de voltar, mesmo sabendo que você pode morrer a cada esquina e a cada curva perigosa, dizer até logo se tornou rotina, e falsidade pura.
VOCÊ DEIXOU UMA BREXA ENTREABERTA EM ME PEITO.
VOCÊ SE ESQUECEU DO HOMEM QUE TE ACOLHEU.
VOCÊ PARTIU SEM SE DESPEDIR.
AGORA, QUEM RI, SOU EU.
NÃO PRECISO MAIS DE VOCÊ.
VOCÊ DEIXOU UMA BREXA ENTREABERTA EM ME PEITO.
VOCÊ SE ESQUECEU DO HOMEM QUE TE ACOLHEU.
VOCÊ PARTIU SEM SE DESPEDIR.
AGORA, QUEM RI, SOU EU.
NÃO PRECISO MAIS DE VOCÊ.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário