quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Uma flor podre.

Morreu hoje, as nove e quarenta e cinco da noite. Não me culpe, ela procurou por isto. Ela não respeitava ninguém. Ela expelia um sangue negro. A flor que sempre foi podre, ela nunca mais vai incomodar ninguém... Sinta-se livre, sem culpa alguma, pois não foi sua culpa mesmo, não foi culpa de ninguém, foi culpa dela mesmo. A flor que nasceu podre. Morreu podre. E O PAU QUE NASCEU TORTO, MORREU TORTO. - SEGURA O TCHAN, AMARRA O TCHAN. EU RI.

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