sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Uma criança que nunca morreu...
Um sorriso amanhecido com aquele pão fresquinho recheado de manteiga que saiu do vale das esperanças,
eu ainda sou uma criança, me perdoem se eu não soube agir como um adulto, eu não sei, eu nunca saberei como crescer diante de uma sociedade decadente e podre como a de vocês...
O mundo é confuso demais para mim, me deixem viver em harmonia com a minha criança interna.
Eu sinto lhe dizer mas...
Eu vou morrer como uma criança.
Eu vou amar com a mesma pureza de uma criança.
Eu não vou usar as pessoas, eu não vou ser falso com elas.
Eu vou viver sobre as curvas da minha morena, meu anjo.
Os meus problemas, eu deverei esquece-los.
Eu vou rir de tudo, eu vou rir de você, eu vou ver o mundo com outros olhos, eu amo os animais, tudo bem, você já sabia disso, agora vamos pra pista dançar comigo?
O Dj está tocando a nossa musica, as crônicas de um amor destruído, vamos dançar agora!
Eu vou beijar a tua boca nesta pista, eu vou ganhar o teu corpo, eu vou lutar pelo teu espírito, eu vou te jogar no canto da boate e dançar com a minha boca colada na tua...
O nosso calor eu irei transformar em nós dois nus em uma cama, ou no chão frio mesmo, vou despir o teu corpo, eu vou suprir a tua falta de amor e o teu desejo por mim...
E o sol nasceu mais uma vez, e com ele a minha vontade de te ver também!
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