segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

De vestido azul... Teu vestido azul realça os teus belos seios, valoriza esse teu traseiro de dançarina de um lugar qualquer, e faz desse teu belo corpo um mistério para todos, faz desse meu desejo um martelo de receios e medos, faz desse nosso amor não só um mistério, mas um enigma também, faz desse nosso confuso mistério, um singelo remédio que cura e encanta quem nos vê, um remédio que curou a minha doença, a minha solidão, a minha falta de você, a minha falta de alguém, alguém para compartilhar o que é meu, os meus segredos, os meus medos, as minhas canções, as minhas poesias, as minhas fantasias... Você, tu, ela, bela que dá gosto e causa inveja nos olhos das outras... Outras, apenas as outras... Eu te salvo daqui, eu te salvo se você me der o teu coração... Donzela, tão bela e honesta, tão honesta, tão sincera... Eles te querem, eles precisam... Nós, eles, todos eles precisam... Mais do que eles, eu preciso... Eu preciso do teu colo, do teu beijo, do teu seio, do teu amor... Eu preciso não precisar ficar sozinho outra vez... Eu preciso do que você precisa, eu preciso de você... Isso soa como qualquer outro romance de cabarés e putas de vestidos caros, é clichê... O clichê me agrada, por que não? Não te agrada, então não pise neste chão... Ele é clichê, todos pisam nele, todos o conhecem, todos o sujam, ele é clichê...

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