segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O estranho dessa história sempre serei eu Esse teu corpo de donzela recatada foi, ele foi magicamente feito com as mãos de um Deus, este Deus está bem perto de mim agora, ele não reage, não fala, não sente frio, não sente calor, ele é imortal! Tua beleza é um desastre para os mortais, mas eu caí neste desastre, eu caí com prazer, cairia com prazer quantas vezes fosse preciso, sete vezes, oito vezes talvez, com você assistindo, rindo de mim, me humilhando com os teus olhos, as duas esmeraldas mais cobiçadas dos dois mundos, ela é azul, ele é verde, verde como uma esmeralda, azul como o céu que você queria tocar, mas sabe que não pode... Esta situação é confusa, me deixa confuso em todos os sentidos, ela não pode ser entendida ainda, vamos nos esclarecer logo então, a cor também não pode ser definida, o que nasceu perfeito também não... Me entristece saber que tal perfeição já tem dono, e dono de um coração de pedra, o mesmo que o maltratou, que ri por trás de ti, que fala e faz mal e depois volta... É estranho isso, é estranho aquilo, é estranho aquele outro, o outro é o teu amor, aquilo é a onde eu queria estar, o estranho dessa história sou eu, sempre serei eu! Te dou abraços imaginários, ouço a tua voz do outro lado, a tua risada do outro lado, mesmo assim eu sempre vou ser apenas o outro, um amigo, nada mais do que isso... Eu te devo um Adeus, mas você sabe que eu sou péssimo com esse lance de despedidas, então até logo, até outro dia... Até o dia que você resolver aparecer, se resolver de uma vez por todas...

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