domingo, 17 de fevereiro de 2013

Senhora Tropeço eu lhe apresento o senhor Desastre Arruinado, eu lhe pago uma bebida Descuidado, eu lhe trago boas notícias Desarrumado, eu lhe apresento as boas maneiras Tropeço, eu lhe apresento o equilíbrio Equilíbrio do amor, da confusão, do desastre, até do tropeço... Eu lhe apresento amor desastrado e confuso... Desastrado, eu lhe apresento a senhora tropeço... Senhora tropeço, eu lhe apresento o senhor desastrado... Ambos causam muitas conspurcações a onde passam... Ambos se alimentam da confusão de quem vivência aquela situação, tantas brigas sem nenhuma explicação, eles respiram a tragédia e se amam até na floresta do nada, onde o nada é apenas o nada Ambos vivem em harmonia neste grande desastre que é a vida que os acolheu Ambos são confusos, tão confusos que não consigo entender a tamanha confusão que me trouxe até aqui... Ambos se amam, se odeiam, se amam depois, se odeiam depois Tudo fica pra depois... O agora eu to confuso demais para um até logo... Você é o desastre, eu sou o tropeço... Eu tropecei no desastre e me apaixonei por ele... Estou errada? Eu sou o desastre Eu sou desastrado, mas este desastre encontrou o tropeço e se apaixonou perdidamente... Eu tropecei de cabeça em você, e no final eu me apaixonei de corpo e alma... Eu te amo! Eu estou errado? Eu digo que te amo cegamente... Mas o amor é cego, então foda-se! Quando eu digo que te amo, é sério! Quando eu digo que te quero, é pra sempre Quando digo que eu preciso, é só de você que eu preciso Quando eu digo, case-se comigo! É PORQUE EU ESCOLHI VOCÊ PARA VIVER COMIGO, PELO RESTO DOS MEUS DIAS, DAS MINHAS NOITES, DAS MINHAS TARDES! É DE VOCÊ QUE EU PRECISO...

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