sábado, 23 de fevereiro de 2013
Sou do teu ventre!
Eu nasci do teu ventre mulher, por que me torturastes tanto?
Eu sou fruto da tua noite de amor, por que me torturas com dor?
Sou teu filho, o bastardo de olhos castanhos, por que me torturas dona dos meus olhos?
Que são da mesma cor que os teus, por que me torturas?
Sou tão frágil, ainda não posso me defender, mas me assim tu me torturastes...
Com água quente, com fogo de brasa e com a prosa de raiva, por que me torturas assim?
Sou teu filho, nasci do teu ventre, fui o fruto do teu amor com o meu pai
Falando dele, onde está ele? Não cheguei a conhecê-lo, mas já o admiro, e tanto...
Mas tanto, eu admiro este belo homem que tomou coragem para se despedir
Ele se despediu com os nobres passos da sua bota de couro, ele não voltará mais...
Nunca mais, você o perdeu mamãe, para sempre...
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