quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A luta contra o bioterrorismo!

Eu vi a morte bem de perto hoje, grande parte dos meus homens morreram em batalha, os que restaram não desistiram de continuar a luta contra o bioterrorismo, o terror na terra, o sangue do chão, a morte no ar! Quatro homens em um esconderijo repleto de armas e comida, qualquer coisa que ousasse entrar, morreria sem ao menos ter a chance de piscar os olhos! Nossas mulheres nos respeitavam, nossos filhos nos amavam. Cada um que ali residia foi treinado para matar, desde crianças, matar era o único ensinamento, matar e sobreviver. Sobrevivência ao caos e ao terror. Não existia mais gramática, matemática, física ou química, nossas crianças eram treinadas desde cedo para matar e usar as melhores armas disponíveis. Pois o mundo lá em cima, nunca mais vai ser o mesmo. Ande armado, ou morra cedo. Vivemos no esgoto, fugimos dos nossos próprios irmãos, mães e pais. Evitamos cruzar com eles, se cruzarmos, os mataremos sem piedade. Você teria piedade da morte? Piedade de uma doença? Teria? O vírus é mortal e extremamente contagioso, nós fugimos dele, mantemos abrigo e residência no que antes era o receptáculo dos nossos detritos... Um vírus que transformava pessoas comuns e simples em monstros desfigurados e sedentos por carne e sangue, eles matam tudo em seu caminho, os que não morriam, se transformavam, os que não se transformavam, agonizavam até a morte. No campo de batalha eu vi fileiras de corpos desfigurados, empilhados e destroçados por tanques de guerra, e pelas armas mais poderosas construídas para extermínio em massa, alguns desses corpos eram crianças, crianças recém nascidas que caíram do ventre de suas mães infectadas! A morte tomou conta do planeta Terra, e nós usamos as nossas próprias armas para exterminar o restante da raça humana. Os sobreviventes, humanos ou não, foram todos mortos. As ordens foram exatas: MATAR TODOS. Nossos líderes não tinham piedade. E hoje eles foram o almoço das criaturas. Pagaram o preço pelas suas ignorâncias com a própria vida. A luta contra o bioterrorismo está apenas começando. EU JÁ DEIXEI O EXÉRCITO DE LADO, NÃO PUDE LEVAR EM FRENTE TANTA CRUELDADE, EU FORMEI O MEU PRÓPRIO GRUPO DE RESISTÊNCIA, VOU PROTEGÊ-LOS ATÉ A MINHA MORTE, VOU VIVER POR ELES. Nos campos de batalha, quando eu servia o exército. Eu e os meus soldados estávamos em campo inimigo, os infectados estavam por toda a parte, o grito deles ecoava na floresta do sangue. Por toda a parte, só se ouvia os disparos de nossas armas, urros de dor e agonia e o vento que batia nas árvores, nós vencemos uma pequena batalha, a guerra continua lá fora... A GUERRA POR COMIDA, ARMAS E SOBREVIVÊNCIA.

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