segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Parem.

Ele não aguenta mais tantas brigas infantis. Sem motivos. Tão simples. Por nada. Ele está a um ponto de cometer suicídio. Suicídio social. Suicídio mortal. A ponte não é mais tão alta para ele. Os edifícios não o amedrontam mais. As veias portam o teu sangue, elas vão jorrar todo ele. Toda uma vida desperdiçada na ponta de uma faca. No coquetel de remédios eu encontrei a saída para os meus problemas, eu vou dormir para não mais acordar. A corda que sufocou a minha alma e o meu corpo será lembrada como um objeto demoníaco. Te digo adeus. Com o meu peito sufocado pela dor e pela culpa, te digo adeus.

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