quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Pain.
Eu vejo uma luz tentando se aproximar de mim.
Ela é pequena, desajeitada e o teu brilho ofusca os meus olhos sempre que eu a vejo.
Foi a mesma luz que eu vi quando nasci do ventre de minha mãe.
Vou nascer outra vez então?
Ou será só mais um dos testes desta vida confusa que me cerca?
Eu estou confuso agora, e de joelhos eu me entreguei a dor.
Ela me fez cair.
Caído estou.
Confuso, sem saber para onde ir, ou o que fazer.
É forte a dor, é forte a saudades.
Mesmo sendo forte, não há vontade nenhuma em mim de curar esta dor, mas a saudades eu vou curar...
Eu vou curar e depois cair outra vez, quem sabe desta vez eu não me levante mais.
Quem sabe tu não se deite comigo, e juntos nos entregaremos a dor!
A dor de sermos objetos do destino.
A dor de não sermos imortais.
A dor de nos amarmos demais.
Eu falo de dor, e quando eu falo de dor, eu falo sério!
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