quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Demônio interno...

Acordou após anos de um longo repouso. Deixou sangue esparramado no chão. O sangue não era dele. Deixou pedaços de corpos. Os pedaços também não pertenciam a ele, ele deixou olhos, deixou mãos, alguns braços, muitas pernas e muitos dedos. Aquilo foi uma carnificina. Um massacre. Um grito de liberdade... Estou liberto agora, o meu demônio. A criatura que residia dentro do meu peito, está livre para matar.

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