Eu não tenho mais palavras para definir este ato mundano e sujo, pois eu já usei todas as palavras que existiam, todos os xingamentos, adjetivos e ofensas possíveis e existentes da língua portuguesa.
É inaceitável ver e fazer parte de uma raça que destrói e mata, é angustiante e deprimente ver toda esta beleza natural indo para o imenso buraco que o próprio homem criou.
Eles matam sem ressentimentos.
Eles consomem.
Destroem.
E no final saem ilesos.
Ou não.
Eu rezo todos os dias e todas as noites para que o homem crie consciência dos seus atos imundos, matar um animal indefeso é crueldade, é pecado mortal, e você sabe, sabe melhor do que eu!
Mas tu não muda, tu segue o mesmo caminho, tu anda pela mesma calçada e não quer saber de mudar.
Não mudam e ensinam os seus filhos a serem iguais, assim como os netos também serão.
A cada geração, a podridão fica maior.
O arrependimento não bate a porta, o dinheiro faz fila lá fora.
Olha só, este animal não te fez nada, ele só estava caminhando na mesma estrada.
A estrada que dava até a sua humilde casa feita de mato e vento, a sua família estava a sua espera, os seus filhotes com fome estavam.
E tu matou, torturou, não teve piedade.
Homem, você é mortífero, destrutivo e corrosivo.
É a espécie que domina.
E já passou da tua hora de entrar em extinção.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Revoltado.
Eu não tenho mais palavras para definir este ato mundano e sujo, pois eu já usei todas as palavras que existiam, todos os xingamentos, adjetivos e ofensas possíveis e existentes da língua portuguesa.
É inaceitável ver e fazer parte de uma raça que destrói e mata, é angustiante e deprimente ver toda esta beleza natural indo para o imenso buraco que o próprio homem criou.
Eles matam sem ressentimentos.
Eles consomem.
Destroem.
E no final saem ilesos.
Ou não.
Eu rezo todos os dias e todas as noites para que o homem crie consciência dos seus atos imundos, matar um animal indefeso é crueldade, é pecado mortal, e você sabe, sabe melhor do que eu!
Mas tu não muda, tu segue o mesmo caminho, tu anda pela mesma calçada e não quer saber de mudar.
Não mudam e ensinam os seus filhos a serem iguais, assim como os netos também serão.
A cada geração, a podridão fica maior.
O arrependimento não bate a porta, o dinheiro faz fila lá fora.
Olha só, este animal não te fez nada, ele só estava caminhando na mesma estrada.
A estrada que dava até a sua humilde casa feita de mato e vento, a sua família estava a sua espera, os seus filhotes com fome estavam.
E tu matou, torturou, não teve piedade.
Homem, você é mortífero, destrutivo e corrosivo.
É a espécie que domina.
E já passou da tua hora de entrar em extinção.
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