sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Eu estou de saco cheio!

De ter que aturar a falsidade desse bando de filho da puta! Os tais fulanos que se intitulam amigos meus, mas que é só eu virar as minhas costas que me esfaqueiam! Covardes. Invejosos. Otários. Vocês não são melhores do que eu. E eu não sou melhor que vocês. Quem me conhece, eu digo, quem me conhece de verdade, sabe que eu não quero ser e muito menos sou melhor do que alguém. Sou de carne e osso, choro, sinto dor. Sangro, sou falador. Falador do bem, falador do mal, esse passa mal! Eu vi a chuva de perto, não tive medo dela. Você reclama quando chove, faz cara feia, bate o pé na ponta da mesa. Eu estou de saco cheio de você! Eu derramei meu sangue por você, abri mão de amores, de conquistas, de novos sabores... Tu não foi nem um pouco gentil, nem se preocupou em se despedir, simplesmente sumiu, desapareceu. Eu gosto do cheiro da chuva, do fim de tarde, admiro a beleza da lua entre nuvens de algodão! Você detesta a chuva, é apaixonado pela noite, odeia o fim de tarde e ignora a beleza da lua e as nuvens que a escondem! Você não merece porra nenhuma, fica com o meu desprezo seu otário.

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