Eles me presentearam com uma faixa de uma cor apática e sem vida, e para acabar comigo de uma vez por todas, eles me deram uma coroa feita de papel crepom azul oceânico,
eu saí vestindo esta loucura, a loucura que eles tanto temem, tanto rejeitam, a loucura que eu nunca mostrei para ninguém dentro de minha humilde casa!
Eu sempre fui um louco são, um louco saudável, que com a sua loucura traz o bem estar aonde quer que passe.
Os meus passos deixaram marcas em você, eu sei...
Eles não são como eu, eles me odeiam.
Eles não sabem sorrir.
Eles nunca irão me aceitar como eu sou...
Eu terei de me vestir como um deles, e deixar a minha loucura para outra vida, para outras oportunidades...
Eles nunca me aceitarão como eu sou de verdade, eu já fui criticado e visto como um criminoso moral, eles não me entenderam, eu fui preso dentro de minha própria casa, em cárcere privado!
Sem cuidados, as algemas quebraram os meus pulsos e mataram a minha vontade de viver outra vez
Eles tentaram matar os meus ideais, destruíram a minha arte, atearam fogo em meus pés.
Aprisionaram a minha essência e a jogaram no mais distante oceano.
Eu estou preso dentro de mim agora, eu sou um louco são que deseja ser livre de todos eles, de todo esse magnetismo social, eu desejo gritar que amo a vida e não tenho medo de mostrar a minha arte para ninguém.
ELES DIZEM QUE...
O homem que deseja viver de sua loucura, nunca será bem visto pela sociedade...
Eu sou o louco rei que habita as ruas e consegue fazer alguns corações sorrirem...
E sou desrespeitado, nem um pouco compreendido, esses que me desrespeitam e não compreendem são os mesmos seres que me julgam, que apontam dedos e elaboram frases para acabar com o meu dia.
Talvez eu deva ser como eles são, triste por dentro, infeliz por fora.
Talvez essa seja a única maneira de que eu sobreviva nesta selva de porcos e cobras.
Talvez parte de mim queira isso, ser normal, ter um emprego, casar, ter dois filhos e morrer depois de sábio...
Talvez isso aconteça, pois sozinho eu não quero ficar.
Quero dividir a minha loucura com outro alguém, e que ela seja tão louca quanto eu.
Tão desejável quanto o fogo que o frio congela em nossos corpos...
domingo, 26 de janeiro de 2014
O louco rei que habita as ruas...
Eles me presentearam com uma faixa de uma cor apática e sem vida, e para acabar comigo de uma vez por todas, eles me deram uma coroa feita de papel crepom azul oceânico,
eu saí vestindo esta loucura, a loucura que eles tanto temem, tanto rejeitam, a loucura que eu nunca mostrei para ninguém dentro de minha humilde casa!
Eu sempre fui um louco são, um louco saudável, que com a sua loucura traz o bem estar aonde quer que passe.
Os meus passos deixaram marcas em você, eu sei...
Eles não são como eu, eles me odeiam.
Eles não sabem sorrir.
Eles nunca irão me aceitar como eu sou...
Eu terei de me vestir como um deles, e deixar a minha loucura para outra vida, para outras oportunidades...
Eles nunca me aceitarão como eu sou de verdade, eu já fui criticado e visto como um criminoso moral, eles não me entenderam, eu fui preso dentro de minha própria casa, em cárcere privado!
Sem cuidados, as algemas quebraram os meus pulsos e mataram a minha vontade de viver outra vez
Eles tentaram matar os meus ideais, destruíram a minha arte, atearam fogo em meus pés.
Aprisionaram a minha essência e a jogaram no mais distante oceano.
Eu estou preso dentro de mim agora, eu sou um louco são que deseja ser livre de todos eles, de todo esse magnetismo social, eu desejo gritar que amo a vida e não tenho medo de mostrar a minha arte para ninguém.
ELES DIZEM QUE...
O homem que deseja viver de sua loucura, nunca será bem visto pela sociedade...
Eu sou o louco rei que habita as ruas e consegue fazer alguns corações sorrirem...
E sou desrespeitado, nem um pouco compreendido, esses que me desrespeitam e não compreendem são os mesmos seres que me julgam, que apontam dedos e elaboram frases para acabar com o meu dia.
Talvez eu deva ser como eles são, triste por dentro, infeliz por fora.
Talvez essa seja a única maneira de que eu sobreviva nesta selva de porcos e cobras.
Talvez parte de mim queira isso, ser normal, ter um emprego, casar, ter dois filhos e morrer depois de sábio...
Talvez isso aconteça, pois sozinho eu não quero ficar.
Quero dividir a minha loucura com outro alguém, e que ela seja tão louca quanto eu.
Tão desejável quanto o fogo que o frio congela em nossos corpos...
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